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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

MEU PET

AGILITEIROS. COM



A perda trágica de um pet, como a que sofreu a família Clinton, deveria ser vista com mais seriedade. Segundo o psicólogo americano Larry Lachman, a morte de Buddy traz efeitos semelhantes à perda de um ente querido. Há 16 anos, o Dr. Lachman vem dando apoio psicológico a grupos de pessoas que perderam seus bichos de estimação.
O Dr. Lachman diz que a morte de um animal de estimação é uma perda verdadeira e a dor deve ser respeitada. “As pessoas sofrem proporcionalmente ao que amaram o animal. Perdas muito grandes podem demorar de seis meses a quatro anos para serem superadas”, diz Lachman. Para ele, a sociedade em que vivemos lida com o medo da morte negando-a, o que piora o sofrimento causado pela perda.
Para quem está sofrendo com a partida de um pet, o psicólogo dá algumas dicas. “Perder, sofrer, curar, entender, tudo faz com que aprendamos e cresçamos como pessoas”, diz Lachman.
-          Extravase seus sentimentos
-          Proteja-se em um casulo emocional
-          Descanse bastante, perder alguém importante cansa bastante
-          Respeite a importância de sua perda
-          Seja paciente com o processo de aceitação de sua perda
-          Não pare de se alimentar
-          Coloque as coisas em perspectiva e leve seu sofrimento a sério
-          Procure pessoas que compreendam sua situação ou que estejam vivendo a mesma situação para conforto

CONHEÇA AS FASES DO LUTO

Segundo Jennifer Marshall, conselheira expert em lidar com a perda de pets, a dor pela morte de um animal de estimação pode ter diferentes estágios.
A perda começa no momento em que o pet morre e vem acompanhada pelo sentimento de impotência que pode durar de horas a semanas. É um período descrito normalmente como “irreal” (vivido, por exemplo, por quem opta por eutanizar seu animal). Pessoas nessa fase podem ter idéias confusas, indiferença, pensar em suicídio, sentir-se impotente, euforia ou histeria,  sentir-se fora de seu corpo, ficar subitamente falante demais e negar a perda.
Quando a saudade do bicho que se foi aperta muito, passamos para a fase de procura. Nesse estágio, o dono se ocupa com pensamentos do animal morto, sonha com ele e chega a ver ou ouvir o bicho chamando. Sentimentos comumente descritos são tristeza, medo, raiva, irritabilidade, culpa e carência. Às vezes a raiva não é direcionada à perda, mas sim a alguém da família, o veterinário, a si mesmo ou a Deus. A pessoa pode de repente ter uma crise de choro e fisicamente, pode ficar doente, sentir dor e ter alterações bruscas de peso, cansaço e mudança no apetite.
Na fase de desorganização, acontece a volta e a adaptação à vida sem o pet, o que pode causar um pouco de confusão, já que a pessoa necessita avaliar e aprender novas formas de organizar a vida (por exemplo, como preencher aquele espaço vazio sem que alguém venha cumprimentar pelo “progresso”).
As pessoas que sofrem se esquecem que a dor é um processo e por meio dele, aprende a lutar contra ela. O pet que se foi não será esquecido, mas o dono aprende a viver com essa perda e reorganiza sua vida. A intensidade da dor diminui e as pessoas descobrem que elas ainda podem comer e dormir, até ter novos pets. A tristeza e as lágrimas podem acontecer, bem como as alegrias de ter de novo um pet em casa.

2 comentários:

  1. Olá Dami, como está você?
    Hoje vim com uma missão diferente, além de ler seus posts, vim agradecer sua presença no meu espaço, sua atenção comigo, e por ser a pessoa que és. Obrigada por fazer parte dos meus 100 leitores.

    Realmente perdas são sempre irreparáveis, ninguém quer perder, mas precisamos seguir a vida, porque gostando ou não, a vida continua e outras pessoas dependem de nós .. Talvez quem perde um bichinho deveria adotar outro e dar todo esse amor a um que esteja necessitado ... acho que seria o mesmo que dar amor ao que perdeu, não sei se bichinhos pensam ou sentem algo, mas acredito que ficariam felizes ...


    Deixo aqui, Abraços e carinhos pra você ...
    My

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  2. Obrigada minha querida!
    Tem razão em relação a ter outro bichinho. Pretendo mesmo adotar outro gatinho. Não vai ser a Sasha mais vai ser uma nova história.
    Deus te abençoe. Bjosssssss

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